terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Querosene Sintético - Um Voo Sustentável



Pela primeira vez no mundo, um voo de passageiros parcialmente operado com querosene sintético produzido de forma sustentável foi realizado. O feito ocorreu na Holanda pelas asas da KLM, em parceria com a Shell. O anúncio foi feito hoje (8), durante a conferência internacional sobre Combustíveis Sustentáveis Sintéticos de Aviação (SAF), em Haia. Políticos europeus, legisladores, representantes da comunidade empresarial, a indústria da aviação e ONGs participaram da conferência.

"Estou orgulhoso de que a KLM operou o primeiro voo da indústria usando querosene sintético feito de fontes renováveis. A transição do combustível fóssil para alternativas sustentáveis é um dos maiores desafios da aviação. A renovação da frota contribuiu significativamente para a redução das emissões de CO2, mas o aumento da produção e o uso de combustível de aviação sustentável farão a maior diferença para a atual geração de aeronaves. É por isso que nos associamos a vários parceiros há algum tempo para estimular o desenvolvimento de querosene sintético sustentável. Este primeiro voo mostra que isso é possível na prática e que podemos seguir em frente", disse o CEO da KLM, Pieter Elbers.

O voo operado pela KLM partiu do aeroporto Schiphol de Amsterdã para Madri no mês passado, e foi realizado com uma mistura de 500 litros de querosene sintético sustentável produzido pela Shell em seu centro de pesquisa em Amsterdã. A Holanda é um dos países da Europa que visam liderar e impulsionar o desenvolvimento e a aplicação de combustíveis sustentáveis de aviação para tornar o setor mais sustentável. O país quer estimular o estudo e a aplicação para que as companhias aéreas europeias possam voar inteiramente com combustível sustentável até 2050.


"Tornar a aviação mais sustentável é um desafio internacional que enfrentamos juntos. Hoje estamos dando um grande passo no novo capítulo da aviação. Esta inovação promissora será de grande importância nas próximas décadas para reduzir as emissões de CO2 da aviação. É ótimo que na Holanda tenhamos sido os primeiros a mostrar que isso é possível: parabenizo a todos os envolvidos. Espero que, nestes tempos turbulentos para a aviação, isso inspire as pessoas do setor a continuar neste curso", ressaltou a ministra de Infraestrutura e Gestão da Água da Holanda, Cora van Nieuwenhuizen.

domingo, 17 de janeiro de 2021

Tesouros guardados no Mosteiro de São Bento em São Paulo

 


Com 422 anos de história, também é uma das mais antigas do país. A Biblioteca do 
Mosteiro de São Bento de São Paulo guarda um tesouro que contém parte dos maiores 
ensinamentos da humanidade. O acervo é conservada em amplas salas no segundo 
andar do histórico prédio localizado a poucos metros do local onde a metrópole nasceu.
Lá existem mais de 115 mil livros que são reunidos desde 1598, quando os primeiros monges começaram a trabalhar nessa biblioteca.
Os títulos da biblioteca do Mosteiro de São Bento estão disponíveis para consulta dos próprios monges, que têm a leitura como um de seus hábitos diários, e para os alunos da Faculdade de São Bento. O acesso ao ambiente da biblioteca, no entanto, é de claustro e restrito aos 40 monges beneditinos que lá vivem.O acervo conta com 581 títulos publicados entre os séculos 15 e 18, joias raras da coleção. Uma bíblia de Gutenberg, o pai da imprensa, é o livro mais raro do acervo da biblioteca de São Bento. Datada de 1496, cerca de cem anos antes de os monges chegarem ao Brasil, e quatro anos mais velha que o nosso país, a bíblia fica isolada em uma sala com umidade e temperatura controladas e acesso restrito às pessoas que conservam estas obras e a estudiosos.
Outros livros raros da coleção: um comentário da bíblia de 1500, uma bíblia em alemão de Lutero, de 1656, a enciclopédia “História Natural do Brasil”, de 1658, os tratados de Aristóteles, de 1607, Steganographia, do monge Johannis Trithemius, de 1676 e um antifonal – base para o canto gregoriano – de 1715. Os exemplares, impressos em latim, grego e alemão, estão bastante conservados também pela alta qualidade do papel usado na época.


Uma das curiosidades sobre os exemplares mais antigos é que alguns  – com o comentário da bíblia de 1500 – usavam os antigos papiros como material de encadernação. O monge conta que existem lombadas mais valiosas do que as próprias obras que carregam. Como grande parte dos livros raros possuem edições mais recentes, as obras raras ficam restritas à conservação museológica.



Os primeiros registros da história dessa biblioteca são de 1750, quando as aquisições começam a aparecer em atas dos capitulos – nome dado às reuniões internas dos monges. Eram obras vindas da Europa, principalmente do antigo (hoje desativado) Mosteiro de São Martinho de Tibães, em Braga, Portugal.


Na época entre os beneditino estava Frei Gaspar da Madre de Deus, considerado um dos primeiros historiadores de São Paulo.
Entre os cerca de 100 mil livros da preciosa biblioteca do Mosteiro de São Bento, há vários que já foram proibidos pela própria Igreja Católica. São obras que constaram do famigerado index, a lista de obras censuradas pelo Vaticano, que vigorou até 1966. “No jornal L’Osservatore Romano, edição de 15 de junho de 1966, foi publicado o decreto do papa Paulo VI, eliminando o index”.
O Mosteiro de São Bento é um local histórico e religioso localizado no Largo de São Bento, no Centro da cidade de São Paulo, no Brasil. O local é um conjunto da Basílica Abacial Nossa Senhora da Assunção, do Colégio de São Bento e da Faculdade de São Bento.
Fica localizado no centro de São Paulo no Lago de São Bento, local onde a história é presente.




quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Tourism Connection Ceará marca recomeço dos negócios turísticos do Estado



O turismo hoje é uma necessidade”. A frase do secretário do Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, que abriu o evento Tourism Connection Ceará, mostra que o setor deve apostar na carência provocada pelo isolamento social para voltar a atingir seu patamar máximo. O evento realizado de forma virtual nesta terça-feira (1°) serviu de marco simbólico para o recomeço sustentável e, acima de tudo, seguro, de toda a cadeia turística do Ceará.

Durante quase quatro horas, especialistas trocaram conhecimentos, apontaram soluções e compartilharam experiências de outras realidades que podem e devem servir de aprendizado e, acima de tudo, inspiração para o reaquecimento desse setor relevante para a economia e para a imagem do Ceará. Os protocolos para a reabertura dos tipos de serviço do setor com os devidos cuidados sanitários salientados também foram apresentados.

O ex-governador Ciro Gomes destacou que o “novo normal” é a oportunidade para a exploração coordenada de maneira nacional que impulsione a chegada de turistas estrangeiros ao Brasil, hoje muito aquém das potencialidades turísticas do País. Jean-Marc Pouchol, diretor geral da América do Sul do Grupo Air France-KLM, ressaltou que a caminhada para os números anteriores é longa. Estimou que apenas em 2024 a malha aérea internacional estará trabalhando em mesmo grau que antes da pandemia. Maurício Benvenutti, CEO da StartSe do Vale do Silício, apontou como pequenos negócios em situações de crise têm a chance de ouro para tentar algo diferente, já que os riscos aparecem de forma mais que natural e devem ser corridos na busca por soluções eficientes.

Jean-Marc Janot, vice-presidente do InterContinental Hotels Group da América Latina e Caribe, e Ivana Bezerra, Presidente do Fortaleza Convention & Visitors Bureau, discutiram os investimentos em infraestrutura para a garantia de hospitalidade sem riscos à saúde da rede hoteleira no Estado. Eles apostam nas soluções digitais para agilizar etapas do processo de hospedagem dos turistas no Ceará

sábado, 4 de julho de 2020

SINÔNIMOS DE BRASIL...CAIPIRINHA...FUTEBOL...SAMBA!



Por Paulo Avelino Jacovos
Diretor 
Associação Brasileira de Bartenders - ABBFilada a International Bartenders Association - IBA





                                    "Quando o Brasil criar juízo e se tornar uma potência mundial, será a 
                                     Cachaça e não o Whisky a bebida do planeta."
                                                                                                                Jurista Sobral Pinto  


As palavras do saudoso e apaixonado Jurista Sobral Pinto...   Há muito tempo escritas estão muito próximas de se tornarem uma realidade.

Quando vejo a maturidade política, econômica, social e a Brasilidade por que passa o nosso país desde que reestabelecemos a democracia no final dos anos oitenta, e que vem se acentuado rapidamente ainda mais no início deste século concluo que o grande Jurista Sobral Pinto, esteja onde estiver neste momento, deve estar se lembrando de sua celebre frase acima.

Limão, açúcar, gelo, Cachaça... Limão, açúcar, gelo, Vodka... Limão, açúcar, gelo, Rum... Caipirinha... Caipiroska... Caipiríssima? Hoje em dia temos três tipos, mas, qual seria a melhor opção? Enquanto alguns discutem outros bebem... todas!

Bebida de corpo e alma brasileira e ultimamente cada vez mais com carregado sotaque estrangeiro a “Caipiriiinha” esta se tornando a mais genuína bebida internacionalmente conhecida do Brasil. E quem diria que até bem pouco tempo atrás era considerada como de segunda classe em nosso país devido ao seu principal ingrediente a “Cachaça” ser uma bebida de gosto muito duvidosa por ser preferida pelas camadas sociais mais baixas de nossa população.

Depois de muitos anos da invasão dos Whiskies Escoceses... das Vodkas Russas...dos Rons Cubanos... a nossa Cachaça, Pinga, Aguardente, Malvada, Amansa Corno, Água que passarinho não bebe, Esquenta-corpo, Maria-branca, Suor-de-alambique, Arrebenta-peito, Mel, Mé, Goró, Cana, Loirinha etc ... etc. ... etc. ... está se tornando cada vez mais consumida por todas as camadas sociais. Todos pedem sua preferência nacional nos mais diversos tipos de bares e restaurantes, indo dos mais simples aos mais sofisticados, e se sentem orgulhosos em não mais precisar sussurrar aos Bartenders e Maitres com receio de ser rotulados como pessoas pobres e bregas, pedindo ao invés de bebidas importadas a nossa brasileiríssima “Caipirinha” em bares e restaurantes chiques também.


- Uma Caipirinha, por favor!
- De Cachaça?
- Of Course!

Nossos bares também fizeram sua parte destacando-a cada vez mais em suas prateleiras, exibindo das marcas mais populares até seus melhores exemplares, e que por vezes chegam a custar muito mais que doses de bebidas finas importadas, fazendo questão de colocá-las em lugares de honra em seus cardápios. À nossa “Caipirinha” se tornou uma bebida com cara rústica, mística, quente, inebriante, carregada de sabor de festa e de alegria tipicamente Brasileiras.





Mas, ao contrário do que imaginamos seu principal ingrediente a aguardente de cana não é nossa primeira bebida aqui fabricada, nem tão pouco foi criado por nós, pois já se produzia aguardente de cana nas ilhas portuguesas. Quando a Europa rumava para uma nova fase histórica, com seu “Renascimento” e com a ascensão do comércio, entre outras atividades este era feito principalmente por vias marítimas, pois, os senhores feudais cobravam altos tributos pelos comboios que passavam pelas suas terras, ou simplesmente incentivavam o saque de mercadorias das caravanas, Portugal por sua posição geográfica se tornou passagem obrigatória para as naus carregadas de mercadorias vindas de todos os cantos do mundo. Isto estimulou a introdução da cana-de-açúcar na Ilha da Madeira, território português além-mar e que foi o laboratório para a cultura e produção de cana e açúcar e seus produtos dentre eles a “Água ardente” que mais tarde se expandiria com a descoberta da América por Cristóvão Colombo. O próprio Cristóvão Colombo que era genro de um grande produtor de açúcar na Ilha Madeira introduziu o plantio da cana no novo continente em sua segunda viagem em 1493, onde hoje seria a República Dominicana. Isto durou até quando os espanhóis descobriram o ouro e a prata das civilizações Asteca e Inca, no início do século XVI no México, foi quando este cultivo da cana e a sua produção de açúcar foram quase que totalmente esquecidos neste pedaço da América.




Oficialmente foi Martim Affonso de Souza que em 1532 trouxe a primeira muda de cana ao Brasil e iniciou seu cultivo na Capitania de São Vicente. Lá, ele próprio construiu o primeiro engenho de açúcar. Mas, foi no Nordeste e principalmente nas Capitanias de Pernambuco e da Bahia que os engenhos de açúcar se multiplicaram, se tornando uma das maiores riquezas do Brasil colonial.
Como consequência a produção de açúcar se tornou um dos principais produtos de exportação da colônia Portuguesa, já que na Europa se consumia apenas açúcar de beterraba, caro e de gosto duvidoso. Inicialmente, a chamada “Cachaça” subproduto da cana era feita da espuma da caldeira em que se purificava o caldo a fogo lento e que servia como resto de alimento para bestas, cabras, ovelhas. Assim, pôr algum tempo foi considerado um produto secundário da indústria açucareira sendo mais uma garapa e não tinha nenhum teor alcoólico.  Foi somente depois da metade do século XVI que a aguardente de cana passou a ser produzida em alambique de barro e posteriormente de cobre sob a formula atual e recebeu o nome popular de Cachaça por ter gosto e cheiro ruim, talvez lembrando os porcos selvagens que não eram castrados e tinham a carne com cheiro e gosto ruim também conhecidos pelo nome de “Cachaços”.







Com o passar do tempo à produção da Cachaça foi crescendo gradativamente e sua qualidade sendo aprimorada. Nos engenhos do nordeste era costume dar Cachaça aos escravos na primeira refeição do dia a fim de que pudessem suportar melhor o trabalho árduo dos canaviais.

Com o aumento da produção açucareira e os engenhos de cana-de-açúcar espalhando pelo Nordeste e também com o aumento da importação de mão-de-obra escrava para lavoura, cresceu ainda mais a produção de aguardente de cana em várias regiões açucareiras, se tornando uma bebida genuinamente brasileira. A Cachaça que foi amaldiçoada e desprezada pelos ricos acabou se tornando por muito tempo apenas uma bebida popular consumida pelas classes mais baixas da sociedade colonial brasileira, pois, as classes mais abastadas preferiam a bagaceira portuguesa, o vinho do porto ou mesmo os cognac franceses. Diante nova realidade de crescimento e consumo inclusive por camadas sociais mais elevadas da população a venda da “Cachaça” chegou a ser proibida na Bahia em 1635, sendo que em 1639 deu-se a primeira tentativa de impedir até o seu fabrico pelo governo português. Ao tempo da transmigração da corte portuguesa em 1808 para o Rio de Janeiro, a “Cachaça” já era considerada como um dos principais produtos da economia brasileira. Em 1819 já se podia dizer que a “Cachaça” era a aguardente do país.  




Com o passar dos tempos e a separação do Brasil de Portugal e com a proclamação da independência, e também com o aprimoramento de sua produção, ela acabou atraindo novos consumidores, além de ter importância econômica para o Brasil que passava de colônia para país independente, e levou a redução do consumo das bebidas que eram importadas pelos portugueses, pois, a Bagaceira bebida típica de Portugal e feita à base de restos de vinificação passou a ser menos consumida pelos brasileiros, enquanto a “Cachaça” saiu das senzalas e era introduzida não só na mesa de Senhores de Engenho, mas também nas casas de ricos Portugueses radicados no Brasil.  

Mas, quando é que nome de Caipirinha teria sido usado pela primeira vez para rotular este cocktail que passou a ser feito a base de nossa bebida típica brasileira a “Cachaça”?

Caipira era o termo usado pelos Paulistas que designava o "Habitante do Campo" e que segundo o Dicionário de Vocábulos Brasileiros de 1889 aparentemente teria originado da palavra Tupi "Caipora" ou "Curupira". Caipora em uma tradução literal do Tupi significa "Habitante do Mato". Já “Curupira” é um ente fantástico da mitologia popular brasileira ou um demônio que vagueia errante pelo mato com os pés voltados para trás. A Cachaça misturada a alho e limão macerados e adocicado com mel silvestre era tido popularmente como um “Santo Remédio” na cura de resfriados. Talvez, aqueles que abusavam deste “Santo Remédio” acabavam vendo valorizados pela mitologia e crenças do campo uns "Curupirinhas" à sua volta quando exageravam nas doses do remédio popular. E segundo acreditam muitos teria surgido daí o nome da bebida “Caipirinha”, Curupirinhas”. A bebida passou de remédio para cocktail, quando sofreu algumas mudanças de ingredientes como mel pelo açúcar, a retirada do alho, além de acréscimo do o gelo para tornar a bebida mais refrescante.

Bebida de sabor ácido e aroma fresco e cítrico e de paladar agradável dá a sensação de água na boca quando acompanhamos o passo a passo de sua preparação. A internacionalização da Caipirinha se deu através de sua entrada em definitivo, em1997 para o seletíssimo grupo de Cocktails da I.B.A - International Bartenders Association, sendo assim divulgada em mais de 50 países e oferecida nos principais cardápios dos bares e restaurantes mais famosos do planeta. Preparada e oferecida pelos maiores Mestres da Arte da Coquetelaria, teve um grande impulso para que em breve eu creia possa se tornar um dos cocktails mais apreciados e conhecidos mundo afora.

Bebida versátil que dependendo da maneira como é preparada é único cocktail que pode ser consumido a todo o momento, indo de aperitivo quando é preparada um pouco mais acida, com maior quantidade de cachaça e limão e menos açúcar. É refrescante com menor volume de cachaça e quantidades maiores de açúcar, limão e gelo ou até mesmo como um ótimo digestivo com quantidades maiores de cachaça, açúcar e menor de limão está se tornando um hit entre todas as camadas sociais, homens e mulheres, jovens e velhos, pobres e ricos, restaurantes populares e restaurantes chiques! Nas últimas décadas tem sido preparada em diversas variações e com todos os sabores e tipos de frutas tropicais e exóticas. Além disto, ainda tem como pano de fundo os milhões em investimentos e melhorias nos seus processos de fabricação industrial e um marketing agressivo de divulgação em grandes campanhas através dos principais meios de comunicação como jornais, revistas, televisão e campanhas milionárias comandadas pelas maiores agências de publicidade do Brasil e às vezes no mundo. Tudo isto sem jamais perder seu sotaque, sua simplicidade, alma e sua origem popularmente brasileiríssimas.
CAIPIRINHA... ETA TREM BÃO SÔ!




Receita Caipirinha

6.0 cl cachaça
02 colheres de açúcar
½ limão em pedaços sem a parte branca do miolo

Montar em copo curto e de base grossa para macerar o limão e o açúcar formando um xarope. Acrescentar a cachaça e o gelo e misturar, revolvendo todos os ingredientes.


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terça-feira, 16 de junho de 2020

Hotéis e o Novo Espaço Room Office


O setor do Turismo acumula mais de R$62,5 bilhões em perdas desde o inicio da pandemia, segundo o sistema CNC. O setor hoteleiro tem sido diretamente atingido e vem tentando mitigar os efeitos da queda de receita com muitas iniciativas .
Alguns Hotéis encontraram boas alternativas para esse momento. Estão transformando suas UHs (Unidades Habitacionais), apartamentos em escritórios com valores de diária que variam de R$99, à R$220.
Sem suas camas, os quartos se transformaram em postos de trabalhos individuais, em espaços chamados "Room Office".
Assim se refaz com muita criatividade o movimento de caixa e assim havendo a manutenção do espaço físico e seus colaboradores.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Governo de SP e Airbnb fecham parceria para alavancar turismo paulista pós-pandemia



O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo do Estado, e o Airbnb, maior empresa global de compartilhamento de lares e experiências em viagens, fecharam um acordo para alavancar a retomada do setor de turismo pós-pandemia. O estado é o primeiro parceiro da empresa na América Latina em uma iniciativa global, ao lado de regiões dos Estados Unidos, França, Dinamarca, África do Sul e Coreia do Sul.

A parceria prevê colaboração em áreas como inteligência de mercado, para o compartilhamento de informações relacionadas ao turismo no estado, e ações para promover destinos do estado por meios digitais.

“O Airbnb está comprometido em dotar São Paulo de produtos de hospedagem seguros e com soluções inovadoras. É importante que o produto turístico paulista esteja disponível da forma mais ampla e variada possível”, disse Vinicius Lummertz, secretário de Turismo do Estado de São Paulo.

Segundo o Airbnb, São Paulo é um dos principais mercados da empresa no país e, em um contexto em que viagens domésticas, especialmente as feitas de carro, serão a tendência inicial na retomada, a plataforma vai contribuir muito para apresentar, inclusive aos paulistas, novas opções dentro do Estado.

“Oferecemos a possibilidade de um turismo autêntico e conectado às comunidades, que valoriza a cultura local e movimenta a economia das cidades. Esse aspecto ganha ainda mais relevância no contexto de recuperação pós-pandemia”, diz Flávia Matos, diretora de relações institucionais e governamentais do Airbnb para a América Latina. Em 2019, o Airbnb gerou um impacto econômico direto de R$ 10,5 bilhões no Brasil considerando toda a cadeia que envolve o turismo, como comércio e restaurantes locais, não apenas a hospedagem.

Protocolos de higienização

O Estado de São Paulo estabeleceu novos protocolos de higienização de estabelecimentos ligados ao turismo para a retomada das viagens.

Em abril, o Airbnb já havia anunciado seu Programa Avançado de Limpeza, que é global e inclui o primeiro protocolo padronizado e abrangente de higienização no setor de compartilhamento de acomodações. Esse protocolo foi desenvolvido com orientação de autoridades sanitárias internacionais, como o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), dos Estados Unidos, e de especialistas em hospitalidade e higiene médica.

A parceria com o governo paulista contempla ainda debates online periódicos com líderes da indústria de turismo sobre tendências de viagem pós-pandemia, sustentabilidade e inovação no setor.

O turismo movimentou R$ 240,9 bilhões no Brasil em 2019, segundo dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo). Só o Estado de São Paulo representou R$ 96,9 bilhões, ou 40,2% de todo o faturamento das empresas do setor no país.


terça-feira, 26 de maio de 2020

Itália abrirá as Portas




O governo italiano vai reabrir as fronteiras para turistas da União Europeia e do Espaço Schengen a partir de 3 de Junho. Outra medida anunciada é a suspensão do isolamento obrigatório de 14 dias para visitantes desses países. A Itália quer recuperar os fluxos turísticos durante o verão.
Desde o começo desta semana a Itália, assim como Portugal, iniciou nova fase do desconfinamento e reabriu empresas, comércio, bares, restaurantes e cabeleireiros.
As fronteiras europeias do Espaço Schengen (que inclui 26 países, dos quais 22 fazem parte da UE) estão fechadas desde meados de março para conter a pandemia do covid-19.